IV MESTRADO CIÊNCIAS DOCUMENTAIS Blog sobre acesso e difusão da informação

28
Jul 08

 

As bibliotecas digitais dependem muito do conteúdo digital adquirido, a maioria em forma de pacotes de publicações eletrónicas. Freqüentemente, as versões eletrónicas são muito caras e as bibliotecas somente assinam as e-versões, portanto, as bibliotecas estão, efectivamente, a passar a terceiros a função de armazenamento das bibliotecas e experimentando com repositórios distribuídos. O armazenamento e a preservação de elementos digitais e das coleções continua a ser um dos problemas mais difíceis que se coloca aos bibliotecários.

 


10
Jul 08

 

 

 O último ano assinalou a afirmação do movimento do Acesso Livre e a sua entrada na agenda política e social, para além das fronteiras do mundo científico, como atestam os diversos documentos e tomadas de posição de sociedades científicas e organizações governamentais. A este propósito, podem destacar-se diversos documentos:
 

Documento aprovado em Genebra, em Dezembro de 2003, durante a Cimeira Mundial, apoiando explicitamente o acesso livre à informação científica. No Plano de Acção recomenda-se o encorajamento de "iniciativas para facilitar o acesso, incluindo o acesso livre e economicamente viável a revistas e livros de livre acesso, e a arquivos abertos de informação científica".
 

No dia 30 de Janeiro de 2004, em Paris, os ministros da Ciência e Tecnologia de 34 estados membros da OCDE tornaram pública uma declaração reconhecendo que o acesso livre maximiza o valor do investimento público na ciência e tecnologia e incentivando os governos a procurarem regulamentações e políticas que promovam o intercâmbio internacional dos resultados da investigação científica de forma livre.

 

A 20 de Julho de 2004, é divulgado o relatório da comissão de inquérito do Science and Technology Committee da House of Commons (Reino Unido) sobre os preços e acessibilidade das revistas científicas, que recomenda a todas as instituições de ensino superior do Reino Unido que criem repositórios institucionais onde a sua produção intelectual seja arquivada e a partir dos quais possa ser consultada livremente, sem encargos, online.
 

No dia 11 de Outubro de 2004, na Royal Society of Edinburgh, o Scottish Science Information Strategy Working Group apresentou a sua Declaração de Acesso Livre. Este grupo de trabalho tem vindo a estudar assuntos ligados à implementação de repositórios institucionais em universidades escocesas e em outros centros de investigação.

Nos dias 4 e 5 de Novembro de 2004, 31 universidades italianas (de um total de 77), reunidas em Messina, num evento promovido pelo Conselho de Reitores da Universidades de Itália, produziram uma declaração de apoio ao acesso livre e assinaram a Declaração de Berlim. Recentemente, mais 40 universidades italianas também subscreveram esta declaração.

No dia 18 de Março de 2005, o "Open Access Scientific Publishing Committee of the Finnish Ministry of Education" apresentou um relatório de 38 páginas apoiando o movimento de Acesso Livre. Nesse documento é recomendado que todas as instituições de ensino superior e centros de investigação finlandeses criem repositórios institucionais onde as suas produções intelectuais possam ser arquivadas e a partir dos quais possam ser consultadas livremente.


 

Existem três declarações fundamentais (também conhecidas pelas 3 B's – Budapeste, Bethesda e Berlim)  relacionadas com o acesso livre:

Budapest Open Access Initiative
Em Dezembro de 2001 realizou-se em Budapeste uma reunião promovida pela Open Society Institute (OSI) para discutir a questão do acesso à literatura científica. O resultado foi a Budapest Open Access Initiative (BOAI), um documento e uma iniciativa que é, ao mesmo tempo, uma declaração de princípios, uma definição de estratégia e uma afirmação de empenhamento. É por isso um dos mais importantes documentos do movimento do Acesso Livre.

Bethesda Statement on Open Access Publishing
No dia 11 de Abril de 2003 reuniram-se na sede do Howard Hughes Medical Institute diversas personalidades (cientistas, editores, bibliotecários, etc.) ligadas à informação na área biomédica com o objectivo de estimular a discussão sobre a forma de concretizar, tão rapidamente quanto possível, o objectivo de assegurar o acesso livre à literatura científica. A Declaração contém uma definição de Acesso Livre, bem como conclusões e recomendações de grupos de trabalho sobre Organismos e instituições financiadores de I&D, Biblioteca s e editores, Sociedades científicas e investigadores.

 

Declaração de Berlim sobre o Acesso Livre ao Conhecimento nas Ciências e Humanidades
Esta declaração foi subscrita, no dia 22 de outubro de 2003, por representantes de várias das mais importantes instituições científicas europeias, entre as quais a Sociedade Max-Plank (Alemanha) e o Centre National de la Recherche Scientifique (França), apoiando o Open Access e o depósito em arquivos de acesso livre, e afirmando que irão encorajar os seus investigadores e bolseiros a depositar os seus trabalhos em pelo menos um repositório.

 


09
Jul 08

 

Outro desafio é a localização,  ou seja, o processo através do qual os utilizadores se informam da existência e da localização de informação útil e a relação entre fragmentos de informação. Devido ao facto das bibliotecas digitais não serem uma única entidade, o ideal seria que a relação entre as várias bibliotecas digitais, os elementos digitais, e os serviços de informação fosse transparente para os utilizadores finais. Aqueles que as desenvolvem devem integrar uma variedade de bases de dados, aplicações web e repositórios de informação numa coleção coesa de serviços e recursos que é muito mais que a simples soma das partes.

Mecanismos inteligentes de pesquisa devem fornecer não somente a possibilidade de pesquisa por assunto, mas também uma estrutura inteligente para a recuperação da informação, permitindo assim, que as pesquisas sejam realizadas por autores através dos repositórios, limitando as pesquisas, por exemplo, somente às conclusões dos trabalhos, fornecendo links automaticamente a informação similar e a definições dos termos contidos no corpo do trabalho, e efectuar o rastreio  da história das referências de um trabalho em particular usadas noutros trabalhos.

A pesquisa integrada será melhorada à medida que se forneçam relações inteligentes entre os conteúdos, contribuindo assim para o melhoramento do processo de pesquisa.

A evolução do "OpenURL framework" promete um link resolver (um servidor especializado) que terá sua própria plataforma e mecanismos, e que gerará links apropriados entre as diversas bases de dados e seus conteúdos.

 


“As Bibliotecas Digitais são organizações que proporcionam os recursos, incluindo pessoal especializado para selecionar, estruturar, oferecer acesso intelectual, interpretar, distribuir, preservar a integridade, e assegurar a persistência das coleções dos trabalhos digitais, para que estes estejam disponíveis de um modo rápido e económico para seu uso por uma comunidade definida ou por um grupo de comunidades”. (http://www.clir.org/pubs/issues/issues04.html#dlf)

Esta definição padrão da Federação de Bibliotecas Digitais é considerada a mais completa até o momento, no entanto, as iniciativas actualmente em desenvolvimento, em breve ampliarão esta definição em direcção a novas dimensões.


08
Jul 08

University of California at Santa Cruz: Resolution on ties with Elsevier Journals, adopted by the Committee on the Library and sent to the Faculty Senate, October 24, 2003.

http://senate.ucsc.edu/col/res.1405.pdf

Summary: Elsevier journals cost 50% of the UC online serials budget but attracted only 25% of the usage. Elsevier profits rose 26% the previous year. Elsevier has been inflexible in negotiations. Taking the University of California system in its entirety, 10-15% of Elsevier content was written by UC faculty, 1,000 UC faculty serve on Elsevier editorial boards, and 150 serve as senior editors. The resolution recommends using the California Digital Library, the related eScholarship Repository, and peer-reviewed OA journals from PLoS and BMC. It urges faculty to retain copyright, the right of postprint archiving, and the right to distribute copies of their work to their classes. "Therefore, the UCSC Academic Senate resolves to call upon its tenured members to give serious and careful consideration to cutting their ties with Elsevier: no longer submitting papers to Elsevier journals, refusing to referee the submissions of others, and relinquishing editorial posts. The Senate also calls upon its Committee on Academic Personnel to recognize that some faculty may choose not to submit papers to Elsevier journals even when those journals are highly ranked. Faculty choosing to follow the advice of this resolution should not be penalized."


* University of California at San Francisco: Challenges to Sustaining Subscriptions for Scholarly Publications, memorandum to all UCSF faculty from Karen Butter, the University Librarian, and Leonard Zegans and David Rempel, co-chairs of the Committee on Library, November 1 2003.
http://www.ucsf.edu/senate/2003-2004/ASO-11-01-03-Publications.pdf


* University of California at Berkeley: Journal Prices and Scholarly Communication, memorandum to the Academic Senate Faculty from Thomas Leonard, University Librarian, and Anthony Newcomb and Elaine Tennant, co-chairs of the Academic Senate Library Committee, September 4, 2003. The memorandum contains an introduction by Robert M. Berdahl, Chancellor.
http://mossberg.berkeley.edu/calmail/display_message.asp?d=9/4/2003&s=101

Summary: The University cancelled an undisclosed number of journals. It emphasized that the problem was runaway journal prices, not the library budget: "Berkeley will continue to face this runaway serials pricing even after the present budget crisis is over." Recommendations: "Faculty need to become aware of the pricing policies of journals (including commercial electronic journals) in their fields....Submit papers to quality journals that have reasonable pricing practices. Modify any contract you sign with a commercial publisher to ensure that you retain the rights to use your work as you see fit, including posting it to a public archive. Consider declining offers to review for unreasonably expensive journals and to serve on their editorial boards....Make changes in scholarly communication a recurring topic at departmental meetings. Consider taking over the publication and distribution of research within your scholarly community. This has already begun at Berkeley, particularly with our colleagues in the Sciences and the Social Sciences....Encourage your professional associations to maintain reasonable prices for scholarship and to establish access terms that are friendly to faculty and other users....The appearance of unconscionable pricing for academic journals...is a problem that has come upon the academy suddenly and has now reached crisis proportions. We will have no one to blame but ourselves if we do not begin to address it at once."

Public statement by the Berkeley Graduate Assembly on the pricing crisis and journal cancellations, September 15, 2003.
http://www.lib.berkeley.edu/Collections/faq.html

"The success of alternate models requires awareness on the part of faculty and students of the problems inherent in the current model. The Graduate Assembly calls on faculty, administrators, and graduate students to support a significant culture change in academia; we must create an environment in which faculty and students can choose to publish their cutting-edge research outside the standard academic publishing industry."

Also see the Berkeley library's web site with background information on the problem and more detail on the Berkeley response.
http://www.lib.berkeley.edu/Collections/


* Harvard University: Letter to the Harvard faculty from Sidney Verba, Director of the University Library, December 9, 2003.
http://hul.harvard.edu/letter040101.html

Summary: The letter announces Elsevier cancellations, which took effect January 1, 2004. The cancellations were "driven not only by current financial realities, but also —and perhaps more importantly— by the need to reassert control over our collections and to encourage new models for research publication at Harvard....Elsevier journals are by far the most expensive....Elsevier's 2004 contract proposal to NERL was not responsive to Harvard's objectives....Of greatest concern to the Digital Acquisitions Committee and to the University Library Council was the lack of any option by which Harvard could prune its holdings and reduce its level of spending. Libraries wishing to cancel subscriptions could do so, but only by incurring steeply increased fees that obliterate any potential savings —while Elsevier's revenues continued to rise....Toward this end, we have foregone the NERL Elsevier license in 2004 in order to regain control over Harvard library collections in a manner that responds to the University's academic programs. Instead, the libraries will purchase online access to Elsevier journals individually and selectively....Declining the bundled agreement and intentionally reducing our outlay for Elsevier titles will ultimately give us the ability to respond to the marketplace unfettered by such artificial constraints....We believe this action can be a springboard for a vigorous and sustained effort to foster new models of research publication at Harvard. This effort could take many forms, all of which will require the active involvement of Harvard's research community. On many levels, Harvard is changing the ways in which it does business."

Jeffrey Aguero, Libraries to Cut Academic Journals, Harvard Crimson, November 24, 2003.
http://www.thecrimson.com/article.aspx?ref=353513
http://www.earlham.edu/~peters/fos/2003_11_23_fosblogarchive.html#a106969888040472915

Anon., Libraries take a stand, Harvard University Gazette, Feburary 5, 2004, p.10-11.
http://www.news.harvard.edu/gazette/2004/02.05/10-libraries.html
http://www.earlham.edu/~peters/fos/2004_02_01_fosblogarchive.html#a107600502234106290


* Cornell University: Resolution regarding the University Library's Policies on Serials Acquisitions, with Special Reference to Negotiations with Elsevier, adopted by the Faculty Senate, December 17, 2003.
http://www.library.cornell.edu/scholarlycomm/resolution.html
http://www.earlham.edu/~peters/fos/2003_12_21_fosblogarchive.html#a107230018158182985

Summary: "At Cornell, Ithaca campus library budgets for materials increased by 149% during [the period 1986-2001], but the number of serials titles purchased increased by only 5% —at a time when the number of serials published increased by approximately 138%....Over the last decade Elsevier's price increases have often been over 10% and occasionally over 20% on a year to year basis....The [Elsevier] contract has been priced as a 'bundle,' that is, in such a way that, if the library cancels any of the Elsevier journals it currently subscribes to, the pricing of the other individual journals the library chooses to keep increases substantially. (The actual process is somewhat more complicated than this, but this is the end result.) Because the prices of the journals that are retained greatly increase when others are cancelled, the only way to achieve any real savings is to cancel a great many journals....The library, in consultation with affected faculty, has identified several hundred Elsevier journals for cancellation at the end of 2003....[T]he University Faculty Senate endorses the library's decision to withdraw from Elsevier's bundled pricing plan and undertake selective cancellation of Elsevier journals....Recognizing that the cost of Elsevier journals in particular is radically out of proportion with the importance of those journals to the library's serials collection (measured both in terms of the proportion of the total collection they represent and in terms of their use by and value to faculty and students), the University Faculty Senate encourages the library to seek in the near term, in consultation with the faculty, to reduce its expenditures on Elsevier journals to no more than 15% of its total annual serials acquisitions expenditures (from in excess of 20% in 2003)....Recognizing that the increasing control by large commercial publishers over the publication and distribution of the faculty's scholarship and research threatens to undermine core academic values promoting broad and rapid dissemination of new knowledge and unrestricted access to the results of scholarship and research, the University Faculty Senate encourages the library and the faculty vigorously to explore and support alternatives to commercial venues for scholarly communication."

Also see the Cornell web site with background information on the problem and more details on the Cornell response.
http://www.library.cornell.edu/scholarlycomm/problem.html

Paula Hane, Cornell and Other University Libraries to Cancel Elsevier Titles, Information Today, November 17, 2003.
http://www.infotoday.com/newsbreaks/nb031117-1.shtml
http://www.earlham.edu/~peters/fos/2003_11_16_fosblogarchive.html#a106907470468289537

Jonathan Knight, Cornell axes Elsevier journals as prices rise, Nature, November 20, 2003 (accessible only to subscribers).
http://www.nature.com/cgi-taf/DynaPage.taf?file=/nature/journal/v426/n6964/full/426217a_fs.html
http://www.earlham.edu/~peters/fos/2003_11_16_fosblogarchive.html#a106933304024428458

Anon., After failed negotiations, CU Library cancels Elsevier journal package, Cornell Chronicle, December 11, 2003.
http://www.news.cornell.edu/Chronicle/03/12.11.03/CUL_Elsevier.html
http://www.earlham.edu/~peters/fos/2003_12_07_fosblogarchive.html#a107136273320683085


* Stanford University: Faculty senate approves measure targeting for-profit journal publishers, a press release issued February 24, 2004. The press release is based on a February 19 vote of the Faculty Senate.
http://www.stanford.edu/dept/news/pr/04/journals225.html
http://news-service.stanford.edu/news/2004/february25/journals-225.html
http://www.earlham.edu/~peters/fos/2004_02_22_fosblogarchive.html#a107771750816621733

Summary: With one dissenting vote, the Faculty Senate voted to encourage "libraries to cancel some costly journal subscriptions and faculty to withhold articles and reviews from publishers who engage in questionable pricing practices. The motion singled out publishing giant Elsevier as deserving special attention. 'We're not doing this to position ourselves to negotiate more effectively with Elsevier,' said University Librarian Michael Keller. 'We're doing this to change the whole scene. We're trying to change the fundamental nature of scholarly communication in the journal industry.'...'I think it's going to take a long time for its prestige and cachet to wear out,' [biology professor Robert] Simoni said. 'There are still so many people who think publishing in Cell is going to make their career that they'll still get submissions. But if institutions like Stanford and others stop subscribing to journals like Cell, authors will eventually realize that their work is not being seen. This is an evolutionary change and it will take time."

Michael Miller, Fac Sen discusses journal fees, The Stanford Daily, February 6, 2004. Stanford discusses how to respond to the serials crisis.
http://daily.stanford.edu/tempo?page=content&id=13027&repository=0001_article

Ryan Sands, Fac Sen addresses costly journals, The Stanford Daily, February 20, 2004.
http://daily.stanford.edu/tempo?page=content&id=13231&repository=0001_article

 


04
Jul 08

 

 

 

 

“Acesso Livre" significa a disponibilização livre na Internet de literatura de carácter académico ou científico (em particular os artigos de revistas científicas com revisão pelos pares), permitindo a qualquer utilizador ler, descarregar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto integral dos documentos.

Nos últimos anos as iniciativas e o debate em torno do Acesso Livre registaram desenvolvimentos significativos, reforçando a sua visibilidade e impacto no contexto da investigação e do sistema de comunicação científica.

publicado por ual11 às 21:32
sinto-me:

A literatura em Acesso Livre (Open Access - OA) é digital, em linha, gratuita e livre de muitas restrições de direitos autorais e licença de uso. O que torna isso possível é a Internet e o consentimento do autor ou do detentor do direito autoral.

Na maioria das disciplinas, os periódicos científicos não pagam aos autores, portanto estes podem dar seu consentimento para publicação em open access sem que isso lhes cause prejuízo financeiro. Nesse sentido, os cientistas estão numa posição muito diferente da maioria dos músicos e cineastas, e as discussões relativas ao acesso livre para música e filmes não se aplicam à literatura científica.

A produção da literatura em acesso livre não é gratuita, embora seja de produção menos dispendiosa que a literatura publicada convencionalmente. A questão não é se a literatura científica pode ser feita com menos custos, mas perceber se há melhores opções para pagar os custos que não seja cobrando dos leitores e criando barreiras ao acesso. Os modelos económicos de financiamento dependem da forma como o open access é disponibilizado.


09
Jun 08

A SPARC (Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition) e a Science Commons divulgaram um White Paper que é um guia para a definição de políticas institucionais de Acesso Livre à literatura científica.
 

Intitulado OPEN DOORS AND OPEN MINDS: What faculty authors can do to ensure open access to their work through their institution, pode ser consultado/descarregado aqui.
 

Leitura e divulgação recomendada para quem quer ajudar a abrir as mentes dos autores de literatura científica, e sobretudo as dos líderes e decisores das instituições onde eles trabalham, para que eles próprios abram as portas da sua produção científica ao mundo.
 


07
Jun 08

 O que é o Movimento acesso aberto?

 

 

É um movimento que defende o acesso aberto a artigos de pesquisas principalmente através de meios digitais. Acesso esse que deve ser feito sem restrições, online, livre de qualquer cobrança de taxa ou necessidade de assinatura ou pagamento de licenças.

A informação na Internet é livre, de forma a permitir a qualquer ustilizador a leitura, download, cópia, impressão, distribuição, busca ou o link com o conteúdo completo de artigos, bem como a indexação ou o uso para qualquer outro propósito legal. No entendimento das organizações que apoiam o acesso aberto, não deve haver barreiras financeiras, legais e técnicas outras que não aquelas necessárias para a conexão à Internet. O único constrangimento para a reprodução e distribuição deve ser o controle do autor sobre a integridade de seu trabalho e o direito à devida citação.

publicado por ual11 às 12:43

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